20/06/2012 - Atualizado em 21/06/2012 - 10:36
LANÇAMENTO: Acesse a íntegra do estudo do CEBC - Presença das Empresas Brasileiras na China
Para ter acesso a íntegra do novo Estudo do CEBC acesse: Empresas Brasileiras na China.
Prezados Leitores,
Depois de ter concluído, no ano passado, a pesquisa sobre os investimentos chineses no Brasil, coordenada pelo Professor Antonio Barros de Castro, o Conselho Empresarial Brasil-China apresenta agora os resultados de seu estudo sobre a presença de empresas brasileiras na China, conduzido pelo economista e consultor do CEBC, Claudio Frischtak, com o apoio da equipe de pesquisa do Conselho.
A diferença nos resultados de uma e outra pesquisa é significativa. Enquanto o estoque dos investimentos chineses no Brasil deve estar perto de 20 bilhões de dólares, com rápido crescimento nos últimos anos, os investimentos brasileiros na China permanecem estacionados num montante de cerca de 500 milhões de dólares. É bem verdade que o número de empresas brasileiras na China (57) cresceu de modo expressivo. Elas se concentram no setor de serviços e apresentam considerável diversidade. Mas existem também exemplos bem sucedidos de empresas no setor industrial voltado para o mercado interno.
As empresas chinesas, por sua vez, estão distribuídas em distintos setores da produção no Brasil. De início predominavam os investimentos em commodities e em energia. Depois, em infraestrutura e agora, cada vez mais, nos produtos destinados para o mercado interno, como os automóveis. A pesquisa do CEBC entrevistou um conjunto significativo de empresas. Ela mostrou a diversidade de experiências e de resultados. Algumas devem o seu êxito à parceria com empresas ou governos locais. Outras à tecnologia. Por vezes, o treinamento de mão de obra local se mostrou crucial.
Este estudo de casos é oportuno e relevante. O melhor conhecimento do mercado chinês é uma das condições para o êxito da política de agregação de valor às exportações. A presença na China é fundamental para a identificação de nichos para as exportações e os investimentos brasileiros. O espaço econômico asiático se integra de modo acelerado. Mais de 50% das exportações do leste asiático se dirigem à própria região. Os investimentos recíprocos são expressivos e estão levando a uma crescente integração das cadeias produtivas na região. No momento em que esta integração se consolidar, será ainda mais difícil exportar produtos industrializados, não só para a China, mas para toda a Ásia.
O Conselho espera que este conjunto de experiências, informações e sugestões, contribua para maior integração entre os esforços de empresas e do governo com o objetivo de fomentar uma maior presença brasileira na China.
Para ter acesso a íntegra do Estudo acesse: Empresas Brasileiras na China.
Cordialmente,
Embaixador Sergio Amaral
Presidente
Conselho Empresarial Brasil-China
Julia Dias Leite
Secretária Executiva
Conselho Empresarial Brasil-China
Autores da Pesquisa
Claudio Frischtak
Consultor
Conselho Empresarial Brasil-China
André Soares
Coordenador de Pesquisa
Conselho Empresarial Brasil-China
Fonte: CEBC
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